“Aos vinte e dois anos com a desconfiança de que tinham o tempo contado, Icchimei e Alma sufocaram de amor na tentativa de o consumirem todo, mas quando mais insistem em extingui-lo mais imprudente era o desejo, e quem diz que mais tarde ou mais cedo o fogo se apaga sozinho está enganado: existem paixões que são incêndio até serem brutalmente apagadas pelo destino. Mesmo assim, subsistem brasas quentes, prontas a reacender logo que recebam um pouco de oxigénio.”
“Em O Amante japonês, Isabel Allende regressa ao estilo que tanto a entusiasma o seu público, relatando de forma soberba a história de amor entre a jovem Alma Belasco e o jardineiro Ichimei, através da qual o leitor é conduzido a cenários que vão desde a Polónia da Segunda Guerra Munidial até à São Francisco dos nossos dias”
