“Uma mulher que não abriu mão do poder. Mãe de D. Afonso Henriques. Amante de Fernão Trava. Rainha de Portugal”

“O seu destino estava marcado por uma palavra mágica e poderosa, gritada ao vento e escrita num pergaminho virgem, com pena de pato macho: Anisipata.

Esta é a sua história. A história de Teresa, filha de Ximena Moniz do Bierzo, de quem herdou os olhos verdes e a astúcia, e de Afonso VI de Leão e Castela que, legitimando-a lhe susssurou ao ouvido: “Teresa, filha minha”

Filha de um imperador, dele herdou o feitio temperamental e a paixão pelo poder. Viúva aos vinte e cinco anos do conde D. Henrique de Borgonha, regeu com pulso de ferro o que era seu por direito. Em 1116, o papa Pascoal II chamava-lhe rainha.”