Espetáculo surrealista, onde por vezes a narrativa se desenrola em ordem cronológica inversa, e em que os personagens se desdobram em consciente (atrizes) e subconsciente (bailarinas).
Uma ideia original de Ana Freire da Silva e Pedro Leitão, com dramaturgia de Pedro Leitão, coreografia de Juliana Fernandes, música de Gonçalo Alegre, criação coletiva da equipa do projeto SouReal e produção da DesActo – Associação Cultural, Um Mar Sem Varandas é um drama poético e absurdo sobre repressão emocional, o peso das regras, a busca pela liberdade individual e a relação com o inconsciente/sonhos